sábado, 31 de dezembro de 2011

Anjo Clandestino

Olá pessoal!Quanto tempo...Sei que estive por muito tempo ausente. Muitas coisas aconteceram e acabei me distanciando, mas estou de volta e agora quero ficar...Convido vocês a me acompanharem neste mais novo espaço Anjo Clandestino. Espero todos por lá! Aproveito e desejo um 2012 cheio de felicidades, aprendizados e tudo mais que esteja ligado à realizações. Um grande abraço...


ESPERO VOCÊS EM : anjoclandestino.blogspot.com


sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Apaixonado


Que inútil já se faz a espera de um sentimento neste quarto esquecido de toda a cidade, se não há quaisquer sinais de nenhum coração disposto, se os pensamentos vagam distante e regressam sempre sem ninguém, trazendo, de vez em quando, somente as mesmas respostas egoístas de um mundo que tem sido tão doloroso, que, com mil desprezos, me afasta de um final que ainda tenta ser feliz.
Que triste já se faz a ausência de um sentimento que, com segurança, me desse a mão, que me rasgasse, sem maiores cerimônias, este vasto histórico de solidão, se não consigo me encontrar completo e perfeito dentro de qualquer abraço, se sem rumo certo, caminho só por esta encruzilhada escura de esquecimentos.
E eu que queria estar apaixonado nesta última noite de novembro, podendo pintar neste meu céu sempre cinza, formas de luas que enfeitiçassem de carícias a madrugada, inventando beijos que dessem voz ativa a estes desejos, que me acendessem, libertassem e saciassem, finalmente, a alma.  
E eu que queria estar apaixonado nesta última noite de novembro, determinado a, outra vez, me naufragar em um oceano profundo de ilusões, que limpassem destas almofadas o abandono da saudade e que, apesar de que não me garantissem nada, não me dissessem adeus quando no horizonte avistassem chegar a alvorada.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011


"Eu queria que em um dia qualquer, você chegasse de fininho, me abraçasse apertado e dissesse: Senti sua falta."

                                                                             CFA

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Sorte e felicidade



Acho que eu deveria mesmo parar com esta ideia absurda de querer acreditar que sou, invictamente, um ser triste e sem eixo, um ser sempre perdido por esta imensidão de encontros inexplicáveis em que se confirma o universo, se hoje, já fazendo, de antecipado, aquela inevitável e tão pessoal retrospectiva de final de ano, refletindo sobre a velocidade insensata e exata que passa a vida e pesando, separadamente, cada fato que tem me ocorrido ultimamente, poderia dizer, com apenas um fio insignificante de incerteza, que tenho sorte e felicidade até demais.
Sorte e felicidade de ainda poder escutar um coração de verdade, que se faz forte e presente, não tendo que se esconder atrás de aparências ou de máscaras inutilmente criadas para um teatro vazio, e, que por mais que esteja equivocado, se expressa com o que sente, com o que tem, com o que pensa. Sorte e felicidade de funcionar perfeitamente sem ter um manual completo de instruções, onde cada dia, cada sentimento, cada sonho seriam facilmente previstos, prefiro viver assim, tranquilamente, sem querer saber demais, sem esperar demais, e, agora, sem me iludir demais. Sorte e felicidade de com todos os defeitos e erros, continuar sendo eu, continuar em pé. Sorte e felicidade de com simples palavras escritas em um pedaço qualquer de papel, poder me desfazer, como num passe de mágica, de tanta tristeza.  

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Tempo...Tempo


E por quantas vezes, eu esperei através do tempo por tantas respostas, por alguma consideração, gratidão, por um pouco que seja de atenção e, até mesmo, por teu amor que sempre me disse não... Mas parece que este tempo nunca passa ou, simplesmente, não me basta. 
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